Especialistas em transformar direitos em conquistas.
Há mais de 20 anos, um grupo de advogados especializados em direito previdenciário e tributário se uniu com um propósito comum: garantir que cada segurado receba o que a lei lhe assegura. Hoje, a AÇÃOPREV atua em Porto Alegre e no interior do Rio Grande do Sul, com uma equipe dedicada exclusivamente à revisão e concessão de benefícios do INSS, bem como a recuperações tributárias e isenções do imposto de renda.
Um time multidisciplinar de advogados e especialistas comprometidos com a defesa dos seus direitos previdenciários.
Dr. Rafael Bered
Advogado · Sócio-Fundador
OAB/RS 50.779
Dr. Pedro Hebert Outeiral
Advogado Associado
OAB/RS 64.744
Dr. Felipe Hebert Outeiral
Advogado Associado
OAB/RS 55.988
Dr. Túlio Lampert da Silva
Advogado Associado
OAB/RS 52.461
Vinícius Tomazzi Rost
Gerente Financeiro
Para Advogados
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Você atende clientes com demandas previdenciárias, mas atua em outra área? Conduza essas ações em parceria com uma equipe especializada — seu cliente permanece seu, e nós entramos com a retaguarda técnica, do cálculo à sustentação.
Envie seu extrato CNIS e sua Carteira de Trabalho e nossa equipe fará a contagem do seu tempo de contribuição, verificando se você já preencheu os requisitos para se aposentar — ou quanto falta. Siga o passo a passo abaixo para obter os documentos e envie pelo formulário ao final da página.
Como extrair o CNIS no Meu INSS
O CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) é o extrato oficial com todos os seus vínculos e contribuições ao INSS.
Acesse o site meu.inss.gov.br ou abra o aplicativo Meu INSS no celular.
Clique em "Entrar com gov.br" e faça login com seu CPF e senha. Caso ainda não tenha conta gov.br, o próprio site orienta a criação em poucos minutos.
Na tela inicial, busque por "Extrato de Contribuição (CNIS)" — você pode usar a barra de pesquisa ou o menu "Outros serviços".
Selecione a opção de extrato com todas as relações previdenciárias (versão completa, incluindo remunerações).
Clique em "Baixar PDF" e salve o arquivo no seu celular ou computador.
Como exportar a Carteira de Trabalho Digital (CTPS)
A CTPS Digital complementa o CNIS e ajuda a identificar vínculos que possam não constar no extrato do INSS.
Baixe o aplicativo Carteira de Trabalho Digital (disponível para Android e iPhone) ou acesse o serviço pelo portal gov.br.
Faça login com sua conta gov.br (mesmo CPF e senha usados no Meu INSS).
Na aba "Contratos", toque no ícone de enviar/compartilhar e escolha a opção "Carteira de Trabalho completa".
O aplicativo vai gerar um PDF — salve o arquivo ou compartilhe diretamente conosco.
Se você possui apenas a carteira física (de papel), fotografe as páginas de identificação e todas as páginas de contratos de trabalho, com boa iluminação.
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Preencha seus dados e anexe os arquivos. Retornaremos com a avaliação em até 2 dias úteis. Análise 100% gratuita e sem compromisso.
Milhões de benefícios são calculados pelo INSS com critérios equivocados ou menos vantajosos do que a lei permite. A revisão corrige esses erros — e pode aumentar o valor mensal do benefício e gerar atrasados dos últimos 5 anos.
O que é uma revisão de benefício
É o pedido de recálculo de uma aposentadoria, pensão ou benefício por incapacidade já concedido, quando se identifica que o INSS aplicou regra errada, ignorou períodos de contribuição ou utilizou salários incorretos. A revisão pode ser administrativa ou judicial, e o segurado tem 10 anos, contados do primeiro pagamento, para questionar o cálculo da concessão.
Principais teses em que atuamos
Tema 1.140 do STJ — recálculo de benefícios por incapacidade que utilizaram apenas 80% dos maiores salários no período básico de cálculo;
Vínculos e salários faltantes no CNIS — inclusão de períodos trabalhados e remunerações que o INSS deixou de computar;
Atividade especial não reconhecida — conversão de tempo exercido com exposição a ruído, agentes químicos ou biológicos, que aumenta o tempo de contribuição;
Tempo rural e serviço militar — reconhecimento de períodos anteriores que elevam o coeficiente do benefício;
Revisão do artigo 29 — correção do cálculo de auxílios-doença e aposentadorias por invalidez concedidos entre 2002 e 2009.
Como sabemos se a revisão vale a pena
Nem toda revisão é vantajosa — em alguns casos, o recálculo pode até reduzir o benefício. Por isso, nossa análise une o conhecimento jurídico à formação econômica da equipe: fazemos a simulação completa do novo valor antes de qualquer pedido, e só recomendamos a ação quando os números comprovam o ganho.
Aposentados, pensionistas e militares reformados diagnosticados com doença grave têm direito a parar de pagar Imposto de Renda sobre seus proventos — e a recuperar o que pagaram nos últimos 5 anos, com correção.
Quem tem direito
O artigo 6º, inciso XIV, da Lei nº 7.713/88 garante a isenção a quem recebe aposentadoria, pensão ou reforma e é portador de uma das doenças listadas em lei, entre elas: câncer (neoplasia maligna), cardiopatia grave, doença de Parkinson, esclerose múltipla, nefropatia e hepatopatia graves, cegueira — inclusive em um só olho —, paralisia irreversível, espondiloartrose anquilosante, hanseníase, alienação mental (incluindo Alzheimer), tuberculose ativa e AIDS.
Doença controlada ou curada também dá direito
Esta é a dúvida que mais impede pessoas de buscar o benefício. O Superior Tribunal de Justiça pacificou na Súmula 627 que a isenção não exige sintomas atuais: quem tratou um câncer há anos e está em remissão completa, por exemplo, mantém integralmente o direito.
O que você recebe
Isenção total do IR sobre aposentadoria, pensão ou reforma — inclusive sobre a complementação de previdência privada;
Restituição dos últimos 5 anos de imposto pago indevidamente, corrigida pela taxa Selic;
Aumento imediato da renda líquida mensal, que em muitos casos supera 20% do valor do benefício.
Como atuamos
Analisamos gratuitamente seus laudos médicos e declarações de IR, formulamos o pedido administrativo junto à Receita Federal e ao INSS e, quando necessário, ajuizamos a ação para garantir a isenção e a devolução dos valores.
Quem sofre um acidente — de qualquer natureza — e fica com sequela permanente que reduz a capacidade de trabalho tem direito a uma indenização mensal do INSS, paga junto com o salário, até a aposentadoria.
O que é o auxílio-acidente
Previsto no artigo 86 da Lei nº 8.213/91, é um benefício de natureza indenizatória no valor de 50% do salário de benefício. Por não ser um afastamento, ele se acumula com a remuneração do trabalho: você continua na ativa e recebe o auxílio todos os meses, até se aposentar.
Quem tem direito
Empregados com carteira assinada (urbanos, rurais e domésticos), trabalhadores avulsos e segurados especiais;
Que sofreram acidente de qualquer natureza — de trabalho, de trajeto, de trânsito, doméstico, esportivo ou de lazer — ou desenvolveram doença ocupacional;
E ficaram com sequela definitiva que reduz a capacidade para o trabalho habitual, em qualquer grau: o STJ fixou no Tema 416 que mesmo a redução mínima garante o benefício.
O caso mais comum — e mais esquecido
Quem recebeu auxílio-doença, teve alta do INSS e voltou ao trabalho com alguma limitação deveria ter o auxílio-acidente concedido automaticamente a partir da cessação — mas isso raramente acontece. Nesses casos, é possível buscar o benefício com atrasados retroativos à data da alta, respeitado o limite de 5 anos.
Como atuamos
Avaliamos gratuitamente seus laudos, exames e o histórico de benefícios no INSS, conduzimos o requerimento administrativo ou a ação judicial e preparamos você para a perícia médica — o momento decisivo desse tipo de processo.
Ter direito a um benefício do INSS não significa recebê-lo automaticamente. O processo de concessão exige documentação adequada, cumprimento de requisitos legais e, muitas vezes, enfrentamento de negativas indevidas. Atuamos para que o segurado obtenha o benefício correto, no prazo mais curto possível.
Benefícios em que atuamos
Aposentadoria por idade — para trabalhadores urbanos e rurais que atingiram a idade mínima exigida e cumpriram a carência de contribuições;
Aposentadoria por tempo de contribuição e regras de transição — análise das melhores regras aplicáveis após a Reforma da Previdência (EC 103/2019), incluindo pontos progressivos, pedágio de 50% e 100%;
Aposentadoria especial — para segurados expostos a agentes nocivos (ruído, calor, produtos químicos, agentes biológicos) com direito à contagem diferenciada do tempo;
Aposentadoria por incapacidade permanente (invalidez) — quando a doença ou o acidente impedem definitivamente o exercício de qualquer atividade laborativa;
Auxílio por incapacidade temporária (auxílio-doença) — para segurados temporariamente incapacitados, incluindo os casos de negativa ou cessação indevida pelo INSS;
Pensão por morte — para dependentes do segurado falecido, garantindo o reconhecimento do vínculo e o cálculo correto do benefício;
Salário-maternidade — para seguradas urbanas, rurais e contribuintes individuais que não obtiveram o pagamento diretamente pelo empregador ou pelo INSS.
Por que o INSS nega benefícios a quem tem direito
As principais causas de indeferimento são: carência não reconhecida por falhas no CNIS, períodos de contribuição desconsiderados, ausência de documentação comprobatória de atividade rural ou especial, laudos médicos insuficientes para embasar a incapacidade e enquadramento equivocado das doenças. Em todos esses casos, a negativa pode e deve ser contestada.
Via administrativa ou judicial
Sempre que possível, buscamos a concessão pela via administrativa — mais rápida e sem custas. Quando o INSS mantém a negativa sem fundamento, ajuizamos a ação cabível, pedindo tutela de urgência para antecipar o pagamento enquanto o processo tramita. O segurado não fica sem renda enquanto aguarda a decisão final.
Como atuamos
Fazemos o levantamento completo do histórico previdenciário do cliente no CNIS, identificamos todos os períodos computáveis, calculamos o melhor benefício possível e orientamos sobre a documentação necessária. Se houver negativa, analisamos o indeferimento e definimos a melhor estratégia — recurso administrativo ou ação judicial — para reverter a decisão no menor prazo.
Atende clientes com demandas previdenciárias, mas não atua na área? Firmamos parcerias com advogados e escritórios de todo o Brasil para conduzir, em conjunto, ações revisionais, concessões de benefício, isenções de IR e demandas acidentárias. Preencha o formulário abaixo e agendaremos uma reunião por Google Meet para apresentar o modelo de parceria.
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Equipe dedicada exclusivamente ao direito previdenciário, com formação jurídica e econômica para cálculos e estratégias revisionais.
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A Estratégia Inteligente de Planejamento Previdenciário
Por que pagar o mínimo ao INSS e aposentar o quanto antes não é improviso — é ciência financeira
AÇÃOPREV AdvocaciaPorto Alegre / Canela — RSLeitura: 8 min
01 — Introdução
O Paradoxo Previdenciário
Durante décadas, o senso comum previdenciário foi simples: pague mais ao INSS, quanto antes, durante o maior tempo possível. Contribua mensalmente, declare o maior salário que puder e aguarde para colher um benefício mais alto na aposentadoria.
Esse paradigma, ainda hoje presente na maioria dos escritórios e contadores, ignora três realidades econômicas devastadoras: o achatamento progressivo dos benefícios frente ao salário mínimo, o custo de oportunidade do capital desnecessariamente aportado e o valor temporal do dinheiro. A somatória desses fatores transforma contribuições excessivas em um mau negócio financeiro documentável.
A estratégia da AÇÃOPREV parte de um princípio diferente: o INSS deve ser tratado como o que juridicamente é — um seguro social de piso. Não uma poupança, não um investimento, não uma previdência privada disfarçada. E como todo seguro, a lógica racional é pagar o prêmio mínimo necessário para manter a cobertura.
"O INSS não é uma carteira de investimentos. É um seguro social de piso. E nenhuma pessoa racional paga mais pelo seguro do que o mínimo necessário para manter a cobertura."
02 — O argumento mais subestimado
O Fenômeno do Achatamento — A Convergência para o Salário Mínimo
A Constituição Federal (art. 201, §12) garante que nenhum benefício de prestação continuada do INSS pode ser inferior ao salário mínimo. O que a maioria das pessoas não percebe é a assimetria nos reajustes: benefícios acima do salário mínimo são corrigidos pelo INPC. O salário mínimo, por sua vez, historicamente recebe reajuste acima do INPC, incorporando crescimento real.
O resultado é matemático e inexorável: benefícios que hoje estão muito acima do salário mínimo gradualmente perdem poder aquisitivo relativo e convergem para ele.
Ano
Salário Mínimo
Benefício (2,0× SM em 2004)
Múltiplo do SM
2004
R$ 260,00
R$ 520,00
2,0×
2010
R$ 510,00
R$ 645,00
1,26×
2016
R$ 880,00
R$ 830,00
0,94×
2020
R$ 1.045,00
R$ 980,00
0,94×
2024
R$ 1.412,00
R$ 1.310,00
0,93×
Simulação ilustrativa com base na política de reajuste do salário mínimo acima do INPC. Valores aproximados para fins didáticos.
Pagar mais contribuições para ter um benefício inicial maior é perseguir uma vantagem que o tempo sistematicamente corrói.
03 — A matemática do capital perdido
O Custo de Oportunidade que Ninguém Calcula
Cada contribuição paga ao INSS além do mínimo necessário representa um capital que deixou de trabalhar para o segurado. Com a Selic estruturalmente elevada e instrumentos como CDB, Tesouro Selic e Tesouro IPCA+ acessíveis a qualquer investidor, o custo de oportunidade é concreto e mensurável.
Contribuição mensal de referência: R$ 303,60 (20% do salário mínimo)
Contribuições desnecessárias em 20 anos (estratégia 12 meses): aproximadamente 220 pagamentos
Total aportado desnecessariamente ao INSS: R$ 66.792
Esse capital, investido mensalmente à Selic (11% a.a.), valeria hoje aproximadamente R$ 220.000
Aplicado conservadoramente (Tesouro IPCA+ a 6% a.a.), geraria R$ 1.100/mês em perpetuidade — sem tocar no capital
"Cada real pago ao INSS além do necessário é um real que não está trabalhando para você. A diferença, investida ao longo de 20 anos, pode construir um patrimônio de R$ 200 mil."
04 — O preço de cada mês
Cada Mês de Atraso na Aposentadoria Tem Preço
Aposentar-se 12 meses antes significa receber 12 meses adicionais de benefício ao longo da vida. Com o benefício de 1 salário mínimo (R$ 1.518 em 2024), isso representa R$ 18.216 a mais ao longo da vida — fora os 13os salários. Postergar a aposentadoria em 5 anos para obter um benefício marginalmente maior raramente compensa o sacrifício.
Aposentadoria antecipada: mais meses de benefício durante a vida ativa e saudável
Menos anos na ativa: mais qualidade de vida, disponibilidade para família e projetos pessoais
Capital não pago ao INSS: reinvestido em ativos privados que crescem acima da inflação
Risco de incapacidade: minimizado — a aposentadoria já está garantida
Benefício por incapacidade: disponível enquanto a qualidade de segurado é mantida
05 — Proteção contra o imprevisível
O Risco Sistêmico: Reformas Mudam as Regras
A Emenda Constitucional nº 103/2019 alterou profundamente as regras do INSS, elevando idades mínimas e aumentando exigências de pontos. O histórico brasileiro mostra que as mudanças tendem a ser mais restritivas, não mais generosas. Aposentar-se mais cedo é, também, uma forma de proteção contra reformas futuras: uma vez concedido, o benefício tem proteção constitucional (art. 5º, XXXVI — direito adquirido).
Princípio jurídico fundamental — Direito Adquirido
Uma aposentadoria já concedida não pode ser reduzida nem cassada por reforma previdenciária posterior. O benefício de quem se aposenta hoje está protegido pelo art. 5º, XXXVI da Constituição Federal. Cada mês de contribuição além do necessário é, portanto, um risco adicional de ser pego por uma nova reforma antes de efetivar o benefício.
06 — O método
A Estratégia AÇÃOPREV: Qualidade de Segurado com Custo Mínimo
A legislação previdenciária (Lei 8.213/91) prevê o "período de graça": para segurados com 120 ou mais contribuições, esse período é de 24 meses após a última contribuição. Um segurado pode pagar apenas uma contribuição a cada 24 meses e manter ininterruptamente a qualidade de segurado — com acesso a todos os benefícios.
Completar a carência de 180 meses e o tempo mínimo para a regra mais favorável
A partir daí, contribuir apenas o suficiente para manter o período de graça ativo (a cada 12 ou 24 meses)
Investir a diferença entre o que seria pago mensalmente e o que é efetivamente pago
Requerer a aposentadoria assim que os requisitos de idade ou pontos forem atingidos
Na aposentadoria: benefício INSS de piso + renda do patrimônio acumulado
07 — Números reais
O Poder do Planejamento: Uma Simulação Real
Perfil: segurado masculino, 60 anos, 35 anos de contribuição, aposentadoria estimada em 56 meses pelo critério de pontos, contribuição de referência R$ 303,60/mês.
Sem planejamento
Contribuição mensal
Contribuições até aposentar56 pagamentos
Total pago ao INSSR$ 17.001,60
Capital acumuladoR$ 0,00
Renda do capitalR$ 0,00/mês
Renda total mensalR$ 1.518
Com planejamento AÇÃOPREV
A cada 24 meses
Contribuições até aposentar2 pagamentos
Total pago ao INSSR$ 607,20
Economia reinvestida à Selic≈ R$ 21.030
Renda do capital (6% a.a.)+ R$ 103/mês
Renda total mensalR$ 1.621
Análise retroativa — se tivesse otimizado desde a carência (~20 anos atrás)
Patrimônio potencial hoje
≈ R$ 240.000
Renda extra mensal
+ R$ 1.200/mês
Renda total na aposentadoria
R$ 2.718/mês
Calculado pela Calculadora de Planejamento Previdenciário AÇÃOPREV. Taxa Selic 11% a.a. na fase de acumulação; Tesouro IPCA+ 6% a.a. real na fase de renda. Valores nominais, ilustrativos.
08 — Síntese
Conclusão: Proteção de Piso + Liberdade Financeira
O planejamento previdenciário estratégico não é sobre pagar menos ao INSS por descuido. É a decisão racional e documentada de utilizar o INSS pelo que ele é — um seguro de renda mínima — e concentrar os recursos excedentes em ativos que realmente multiplicam patrimônio.
A convergência dos benefícios para o salário mínimo ao longo do tempo retira qualquer vantagem sustentável de maximizar o benefício inicial. O custo de oportunidade das contribuições mensais desnecessárias é real e mensurável. O valor do tempo — de uma aposentadoria antecipada — é irreversível. E o risco de reformas futuras é permanente.
A estratégia AÇÃOPREV sintetiza esses princípios em um plano executável: identificar a data mais próxima de aposentadoria, manter a qualidade de segurado com o mínimo necessário, investir a diferença e construir renda privada que complemente o benefício do INSS.
"Aposentar-se mais cedo, pagar menos ao INSS e investir a diferença: não é uma brecha — é planejamento."